quinta-feira, 8 de setembro de 2011

SUGESTÕES DE ATIVIDADES COM CRIANÇAS ESPECIAIS NA ESCOLA REGULAR



No dia a dia o professor não deverá deter-se apenas a rotina, mas ser flexível e criativo sabendo trabalhar com a imprevisibilidade e chegar a um contexto enriquecedor e favorável á aprendizagem. Para que isso ocorra, é fundamental que o professor tenha uma visão global do aprendizado proporcionando através de jogos o equilíbrio entre a imaginação e a lógica, o que por sua vez estará fortalecendo a comunicação interpessoal, professor-alunos-colegas de classe. O professor deve ter como propósito não a limitação, mas sempre o potencial de cada aluno.

·         Não exigir do aluno qualidades que ele não tem, ou que faça algo que esteja limitado por sua deficiência;

·         Valorize os alunos em suas potencialidades, nos seus melhores aspectos e não enfatizar seus erros e pontos fracos;

·         Lembre-se que todas têm condições em comum a necessidade do amor, compreensão e aceitação;

·         Orientar toda comunidade escolar de como se relacionar bem com uma criança com necessidade educacional especial;

·         Procurar não encarar a deficiência com pena, compaixão, a criança com necessidade educacional especial não precisa de piedade, mas sim de oportunidades;

·         Não chamar Mem se referir a criança com necessidade educacional especial, salientado sua deficiência. chamá-lo de mudinho, ceguinho, é de extrema indelicadeza. Ninguém gosta de ser rotulado e classificado por seu defeito aparente.

DINÂMICAS: quando um aluno com necessidades educacional for integrado em classe comum, sugerimos que além das orientações gerais oferecidas pela professora da classe, a mesma possa desenvolver com o grupo algumas dinâmicas, elas iam facilitar a integração do aluno com necessidades educacional especial.

EX.: Quebra-cabeça- A professora divide aleatoriamente uma folha de cartolina e quantos pedaços forem necessários para que cada aluno receba uma peça. As peças devem ser numeradas em seqüência de acordo com o número de alunos da classe. Antes de recortar a cartolina fazer um desenho qualquer com cores fortes. Recortar e oferecer uma peça para cada criança. Em pequenos grupos de 5 ou 6 crianças, escolhidas sem respeitar a numeração das peças, tentam montar a cartolina novamente. Isso não será possível, então a professora pede a toda turma para tentar montar, discretamente a professora pede que uma criança esconda uma das peças e sugerem que respeitem a numeração das peças. No final fica faltando uma peça, e a professora diz que o trabalho continua incompleto, e reforça que por menor que seja a colaboração, para que um trabalho seja bem feito, “todos” tem que participar.

EX.: Como eu vejo- vendam-se os olhos de uma criança sem deficiência e pede que ela procure uma cadeira na sala, um objeto... Ou conversar com uma pessoa que esteja longe...


DOMINÓ: Utilizar jogos não como instrumento recreativos na aprendizagem, mas como facilitadores, colaborando para trabalhar os bloqueios que os alunos apresentam em relação a alguns conteúdos matemáticos.


TEATRO NÃO VERBAL: O aluno irá utilizar o corpo e gestos para transmitir uma mensagem


FILME SEM SOM: Poderá levar ao aluno refletir sobre como se sente o colega surdo.


HISTÓRIAS NÃO VERBAIS: Utilizar elementos não verbais para a transmissão de mensagens.



PECS- SISTEMA DE COMUNICAÇÃO POR FIGURAS (PECS- PICTURE EXCHANGE COMMUNICATION SYSTEM): Este é o método de comunicação mais utilizado com autistas, desde os primeiros anos de vida. Muito popular seu uso em escolas (classes especiais), terapias e em casa. Os PECS são extremamente importantes para os autistas não verbais.



PAINEL DE ROTINA: Utilização de material com informação visual.


FANTOCHES: utilizar fantoches em escolas, ruas, lares pois seu potencial mágico ajuda a promover o desenvolvimento integral dos alunos, como convite a contar histórias....


TEATRO E VARAS: usado para ampliar vinculo afetivo, descobrindo seu corpo e potencialidades, limites e fortalecendo sua auto-estima na relação social ampla.

7 comentários:

Anônimo disse...

Muito válida suas sugetões sobre inclusão de alunos especiais em sala regular.
sou cuidadora de aluno especial com formação academica em enfermagem , licenciatura em história e pós graduada em gestão, enfim,as vezes não sei como lidar.

jefferson disse...

bom dia wanessa! tenho 3 filhos e o do meio e especial,suas dicas vai mim ajudar,tentarei ler seu blogger,gostaria de manter contatos pelo e-mail de meu filho mais velho,estou aprendendo a usar a internete,pretendo fazer pedagogia em edecaçao especial.Obrigada voce contribui com pais,mestres e sociedade . mae especial.

Anônimo disse...

meu nome é Rayane sou educadora e na minha sala tem uma criança especial a deficiência dela é mental mas a mesma não entende nada nem mesmo o próprio nome não sei como lidar com essa situação ela não ouve e nem fala apenas vê...

Anônimo disse...

Boa tarde! tanbem me chamo carla vanessa, achei seu blog muito interessante e com atividades q vao me ajudar bastante.
abraçoss

Anônimo disse...

Bom dia! Me chamo Sônia, adorei seu blog, pois as atividades postadas para alunos especiais irão me ajudar bastante. Parabéns!! Abraços.

Anônimo disse...

Vou acompanhar uma criança especial na sala de aula,professor de apoio,alem da capacitação que tenho é a primeira vez,ele tem 7 anos e o que vc me diria?
obrigada.
Maria.

Karla Wanessa disse...

Bom, Maria não existe fórmula ou receita para isso, acho que o trabalho e desenvolvido a cada dia de forma natural, mas algumas dicas são:
1. Abra-se a criança, não a veja sob o prisma de pena, reconheça seu potencial seja ele o nível que ela pode demonstrar.
2. Um trabalho bem sucedido é aquele que é realizado em equipe, então conheça o diagnostico da criança realizada pelos profissionais competentes, isso permite adequando nossa intervenção pedagógica.
3. Converse com os pais, essa relação permite a você conhecer a dinâmica familiar, isto favorece o desenvolvimento.
4. As crianças especiais aprendem com mais facilidade por meio de atividades concretas. São pequenas sacadas que surgem na sala de aula, muitas vezes dos próprios colegas, que melhoram muito a vida.

Leia sobre o assunto na matéria abaixo:
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/escola-todas-criancas-424474.shtml
http://saci.org.br/?modulo=akemi&parametro=13298
http://revistaescolapublica.uol.com.br/textos/37/inclusao-para-todos-308482-1.asp